É chegado o derradeiro dia, ultima etapa Pontevedra-Santiago de Compostela, como já vinha sendo habitual as 8 em ponto estávamos a tirar a foto de despedida do Albergue e a partir para o último dia de aventura. Foi um dia soft o terreno não teve muita inclinação, mas parte da equipa já estava tão fatigada que em muitos pontos fizemos um desvio do caminho e fomos pela nacional até porque as dores ja eram tantas que a trepidação incomodava e muito.
Mais uma vez na passagem por Padrón apanhamos a feira e ai tivemos de desmontar e atravessar a feira com as bicicletas a mão, no ano transacto não tive oportunidade de ver a igreja de Padrón que tem um pormenor bastante interessante, quando o caudal do rio sobe a agua sobe dentro da igreja por uma espécie de passagem que está perto do altar. Pela primeira vez entrei num sitio mítico para quem faz o caminho português, a " Cafetaria Don PEPE II" onde conhecemos o Pepe, um senhor muito simpático, que faz questão de tirar uma foto com todos os peregrinos que por lá passam, bebemos umas cervejas tiramos umas fotos almoçamos e partimos para a recta final da nossa viagem.
Passamos por Teo mas desta vez não tive oportunidade de ir comer uns bocadilhos, mas ainda assim fizemos lá uma ultima paragem antes de chegarmos a Santiago. A 3 quilómetros do fim a ultima desventura deste ano, a queda da Ana para as silvas, mas nem isso a impediu de lá chegar e completar o caminho pela primeira vez.
Santiago estava lá como sempre com a sua imponente catedral e ao chegarmos temos sempre aquela sensação de desafio cumprido, tiramos a foto da praxe, e la fomos para o Mundoalbergue que mais uma vez nos acolheu muito bem.
Esta aventura correu bem melhor que a primeira, a isto se deve em primeiro lugar o sol fantástico que esteve, e o pouco peso que levamos connosco. No dia seguinte pensávamos que tínhamos tudo controlado para um regresso tranquilo, mas não não houve problema em transportar as bicicletas até Vigo pois viemos de comboio mas depois de autocarro até ao Porto foi um verdadeiro filme, mesmo tendo ligado previamente para saber se as bikes podiam ser transportadas, quando chegamos a estação de camionagem de Vigo parecia que o condutor do autocarro trabalhava para uma empresa diferente da mulher que nos deu a informação. Chegados a Vigo tínhamos a certeza que as bicicletas podiam ir no autocarro pois tínhamos telefonado para a empresa onde íamos viajar a confirmar, mas chegados ao autocarro foi difícil convencer o condutor a levar as bike, mas com muita paciência lá conseguimos .
Pelotão Chegado a meta.
By: André Leal
Sem comentários:
Enviar um comentário